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segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

A tensão emocional e as doenças da gengiva

Os dentes e as gengivas também sofrem influência das nossas emoções negativas como raiva, medo e inveja. Através da técnica de conscientização keppeana podem-se resolver problemas gengivais, como no seguinte caso: 

A senhora L.G. (68 anos) tinha dentes com certa mobilidade; suas gengivas se inflamavam e sangravam sempre que ela era convidada para uma reunião social. Com a psicoterapia trilógica, L.G. conscientizou-se que se isolava para manter uma ideia de perfeição sobre si mesma e passou a ser mais sociável. Aos poucos seus dentes firmaram e até hoje, com 82 anos, sua saúde bucal continua estabilizada. 

Outro caso interessante é de M.A. que, aos 30 anos, apresentou descolamentos da gengiva (bolsas periodontais). Nesse caso, o especialista indicou cirurgia das gengivas. Descontente com isso, M.A. nos procurou para fazer tratamento e iniciou também a psicoterapia trilógica. Em poucos meses, houve reparação das bolsas periodontais, e sua saúde bucal permaneceu assim até hoje (aos 62 anos), necessitando apenas de raspagens anuais.

Como somos uma unidade indissolúvel entre o psíquico e o físico, adoecemos primeiro psiquicamente e depois fisicamente. A conscientização de nossos problemas tem um grande poder energético de recuperar nossa saúde. Pela natureza, a estrutura essencial do ser humano é capaz de autorregenerar nosso organismo.

Márcia Sgrinhelli e Heloísa Coelho Dentistas, professoras de Psicossomática da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco.


Texto publicado no Jornal STOP 102, disponível aqui!


sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Lentes de Contato ou Dente Natural?

Nos últimos anos, as “lentes de contato” (facetas de cerâmica bem finas, colocadas nos dentes) “viraram moda”. Alega-se que conservam as estruturas dos dentes naturais; porém, na maioria das vezes, é necessário desgastar o esmalte dentário para aplicá-las. E esse desgaste é irreversível, ou seja, quando uma faceta quebra e solta, o paciente tem que ir logo ao dentista para este repor seu sorriso artificial. Os dentes naturais apresentam uma beleza única, insubstituível. A cor natural dos dentes varia de pessoa para pessoa; com a idade, os dentes escurecem um pouco, mas continuam em harmonia com a face. Qualquer procedimento odontológico, mesmo o mais avançado do mundo, “não chega aos pés” da beleza (divina) dos dentes naturais. Então, por que muitos querem alterar a cor dos dentes naturais ? Atualmente, há um grande incentivo pela aparência. O ser humano foge da realidade, do contato consigo mesmo, através de uma máscara. Com isso, muitos acabam estragando seus próprios dentes, na busca de um sorriso artificial; e o resultado disso é lamentável: perda da saúde e da beleza natural. “O uso da máscara pode ser visto não só para enganar o próximo, mas, principalmente a si mesmo, estragando a própria existência; de maneira que temos que ver agora que o indivíduo, denominado hipócrita, causa o maior desastre para sua existência desde que não consegue viver de acordo com o que é por si: o bem” (Keppe, A Origem da Sanidade)

Texto disponível no Jornal STOP 101

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Emoções e Doenças Bucais

Em nossa boca vivem milhões de bactérias, em perfeita harmonia com o organismo. Elas contribuem com a saúde (bucal e geral), participando do desenvolvimento de tecidos, proteção e digestão. Portanto, é o contrário do que Pasteur afirmou, que os micróbios seriam seres perigosos, que deveriam ser eliminados. Eliminar as bactérias da boca, como muitos fazem, através de bactericidas (como os enxaguatórios) constitui na verdade um erro, que conduz a doenças bucais e gerais. Nakae (1986) adverte que o uso tópico de antibióticos, sobre a placa bacteriana leva à destruição dos micro-organismos, o que impossibilita que estes atuem como recurso preventivo de doenças gengivais. Madigan e outros afirmam que a composição da microflora humana é relativamente estável (...), protegendo o hospedeiro e produzindo nutrientes importantes que contribuem para o desenvolvimento do sistema imunológico” (Madigan MT, Martinko JM & Parker J. 1996. Biology of microorganisms, 8th. Prentice Hall, NJ, USA). Nossa experiência clínica confirma a tese de Norberto Keppe que nossas enfermidades bucais (e gerais) advêm primariamente de um desequilíbrio psíquico (e social), que atinge o organismo, e não que os micro- -organismos sejam a causa do adoecimento. Uma pessoa psiquicamente equilibrada e com uma vida social adequada, dificilmente contrai doenças. Assim, para prevenirmos e tratarmos as enfermidades, temos que considerar a estrutura integral do ser humano – sobretudo sua parte psíquica, social e ambiental, como a ciência trilógica vem mostrando na atualidade.

Márcia Sgrinhelli e Heloísa Coelho

Texto disponível no Jornal STOP 55 disponível aqui.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Odontologia e Espiritualidade

“Não existe doença alguma que não seja física e espiritual ao mesmo tempo”, como mostra Keppe em seu livro Psicoterapia e Exorcismo (2018). As emoções negativas inconscientizadas alteram o funcionamento do organismo como podemos ver no caso da inveja. M.N. relatou: - Quando eu era criança, minha professora mostrou uma foto de um sorriso lindo. Depois mostrou uma foto de dentes cariados. Então, pensei claramente que queria ficar com os dentes todos estragados. Mas, eu mesmo me assustei com essa ideia. Hoje, acho que esse pensamento veio de um espirito maligno, que devido à minha inveja, eu segui. Portanto, perdi muitos dentes. Notamos através desse relato que o ser humano não é vítima dos malignos, mas através da atitude de inveja, se conecta com esses seres espirituais. “Qualquer coisa que se faça no campo físico, repercute no espiritual, e o mesmo sucede deste último, para o material, pois não podemos nos esquecer, que somos uma unidade, constituída de corpo e alma.” (KEPPE, 2018).

Dra. Heloísa Coelho

Texto no Jornal STOP, disponível aqui.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

O QUE VOCE PRECISA SABER SOBRE OS IMPLANTES DENTÁRIOS

No século XX, surgiram os implantes dentários como uma tentativa de substituir dentes que foram perdidos, apesar da odontologia ter tido um grande avanço na área de próteses (para substituir dentes ausentes).

OS IMPLANTES DENTÁRIOS PODERIAM SUBSTITUIR OS DENTES NATURAIS?
Muitos indicam a remoção de raízes boas e até mesmo a extração de dentes naturais, achando que facilmente eles seriam substituídos por implantes. Existe até um procedimento (eutanásia dentária) que consiste na extração de todos os dentes naturais remanescentes para a colocação de uma dentadura implantada ( protocolo).
 No entanto, os implantes dentários não conseguem substituir os dentes naturais de uma forma eficiente. Além disso, eles, frequentemente, causam  complicações.
Segundo as leis da natureza, nossos dentes são implantados nos ossos maxilares de uma forma perfeita, ou seja, eles possuem um ligamento (periodontal) que é um conjunto de fibras situadas ao redor das raízes. Esses ligamentos funcionam como “amortecedores naturais” dando suporte e proteção aos dentes.
Quando mordemos ou mastigamos, essas fibras absorvem o impacto para não sobrecarregar o osso. Já o implante dentário, que é constituído por um “parafuso” rígido dentro do osso, não possui nenhum amortecedor . Com isso, as cargas de impacto do implante caem diretamente sobre o osso, levando à perda óssea ao redor do implante.

QUAIS AS COMPLICAÇÕES DOS IMPLANTES DENTÁRIOS?

As falhas em implantes podem ocorrer logo após a sua colocação, ou seja, o implante não se integra com o osso, causando sua perda. Existem, também as falhas tardias que são principalmente causadas por cargas excessivas (hábitos de ranger os dentes, mastigação muito forte etc) ou por infecção (peri-implantite). Pacientes fumantes, diabéticos, portadores de distúrbios do colágeno, síndrome de Sjögren (diminui a produçao de saliva), esclerodermia (atinge os tecidos conjuntivos), portadores de distúrbios parafuncionais(como roer as unhas ou uso exagerado de chicletes).

O QUE É PERI-IMPLANTITE?

Esse termo peri-implantite é usado para descrever a perda óssea ao redor de um implante, a qual pode ser induzida por tensão, bactérias ou uma combinação de ambas.(43)
 A doença peri-implantar é mais severa e destrutiva que a doença periodontal. Os pacientes portadores de doenças periodontais podem estar mais susceptíveis a desenvolver peri-implantite.
Os sinais e sintomas que evidenciam o insucesso do implante são: mobilidade do implante; perda óssea rápida e progressiva; dor durante percussão ou função (quando se mastiga algo); exsudato purulento contínuo e descontrolado (osteomielite) perda de mais da metade do osso ao redor do implante.

POR QUE TANTOS BRASILEIROS ACREDITAM NOS IMPLANTES DENTÁRIOS ?

Devido à inversão, o ser humano acha que o artificial seria melhor que o natural. Com isso, ele despreza os dentes naturais, que são preciosíssimos. Trocar os dentes originais por implantes é a maior inversão atual da odontologia e dos pacientes que se submetem à esse “tratamento”.
Para se compreender porque tantos brasileiros estão fazendo implantes vamos citar a  “Lei da Oferta e Procura” que  descreve o comportamento predominante dos consumidores na aquisição de bens e serviços em determinados períodos, em função de quantidades e preços. Existem também outros elementos a serem considerados, como os desejos e o poder de compra dos clientes.
Mesmo que a oferta exerça uma influência sobre a procura dos consumidores, o mais importante é a frequência com que as pessoas buscam determinados serviços. É o que acontece com os implantes dentários no Brasil, ou seja, há muitos implantodontistas   porque muitos clientes procuram esse “tratamento” . 
Acreditar em implante é acreditar em algo antinatural, fora da realidade. Tudo aquilo que queremos fazer fora da realidade é devido à nossa teomania _desejo de ser poderoso como um deus, delírio que temos ao achar que poderíamos criar algo “mais perfeito” do que a própria natureza (Criação).

 O homem constrói aviões para se matar, vai aos dentistas para perder os dentes, aos médicos para acabar com a saúde, aos advogados para se despojar de seus bens, aos políticos para ser enganado. Estou querendo mostrar que a subordinação que fizemos ao fator econômico, estreitou incrivelmente nossa existência, destruindo a verdadeira civilização que se baseia na cultura, artes e espiritualidade. Se você vive uma existência ilusória, seja no tempo e espaço (que constituem ilusões), você não está dentro da existência - motivo pelo qual não está existindo realmente - e eu posso afirmar que estamos nessa situação de trabalhar e brigar pelo supérfluo, estragando a própria vida e encantado com as ilusões. N.Keppe

RELATOS DE CASOS CLÍNICOS :
1- A.S. , sexo masculino, 58 anos  :
 “Eu estava com uma perda óssea em volta de um molar e me indicaram uma especialista em cirurgia para avaliar esse dente. Essa especialista disse-me que ele não precisaria ser extraído e que ele poderia ser salvo com um tratamento de canal. Com essa orientação, fui a três especialistas em canal (endodontistas) e os três disseram que não valia a pena perder tempo para fazer esse tratamento de canal, uma vez que levaria quatro sessões e  seria muito trabalhoso, porque  os canais estavam muito fechados. Eles sugeriram extrair esse dente e fazer um implante.  Descontente com essa ideia, procurei uma quarta opinião e, finalmente essa profissional fez o tratamento de canal. O dente ficou bom e a parte óssea se recuperou.”

2- F.L. , sexo feminino, 76 anos:
Eu tinha uma prótese removível inferior que tinha um encaixe especial em seis coroas que foram feitas há 30 anos. Depois desse tempo, essa prótese quebrou e eu queria outra igual. Procurei dois profissionais que queriam extrair esses meus seis dentes remanescentes para fazer uma dentadura implantada (protocolo). Recusei essa ideia e acabei encontrando um bom profissional que fez a minha nova prótese. Estou com ela há 5 anos e pude conservar  meus seis dentes remanescentes.”

3- K.F., sexo masculino, 80 anos:
Tenho todos os meus dentes, mas tive uma cárie profunda num molar inferior. Vários profissionais indicaram a extração desse dente e colocar um implante. Como não queria perder meu dente natural, procurei outro profissional que fez o tratamento de canal, um pino e uma coroa. Estou muito feliz por não ter perdido meu dente natural.”

4- D.Y., sexo feminino, 30 anos:
Há alguns anos fiz um implante dentário por não ter informação sobre as complicações que esse procedimento poderia me causar. Tive vários problemas com esse implante e, como tinha uma outra falha, preferi um tratamento menos invasivo . A profissional sugeriu uma prótese adesiva. Já se passaram 10 anos e essa prótese continua muito boa.

PRÓTESE PARCIAL OU IMPLANTE?
Muitos não conhecem os benefícios de uma prótese parcial removível (PPR ou ‘’ponte com grampos’’); e também não conhecem as complicações que podem ocorrer com um implante dentário.
Para repor alguns dentes perdidos, a melhor opção é a prótese parcial (PPR) porque ela fornece estabilidade, segurança, conforto e estética, além de manter os demais dentes praticamente intactos. Ela é a que mais conserva os dentes naturais.

Prótese Parcial ou Implante? O problema surge quando a pró- tese não é bem planejada e executada. Foi o que aconteceu com M.S., 50 anos, que usava uma prótese mal adaptada, o que a impossibilitava de falar bem e muito menos mastigar. Outro caso é o do J.S., marido de M.S., que estava com uma prótese meio solta. Insatisfeitos com as próteses que possuíam, tanto M.S. como J.S. pensaram em fazer implantes, mas foram desaconselhados por amigos porque o tratamento com implantes é muito invasivo. Com isso, M.S. e J.S. optaram por novas próteses que ficaram ótimas. A maioria dos clientes se adapta bem às próteses parciais. Somente aqueles que rejeitaram muito os próprios dentes é que vão rejeitar também os dentes artificiais.

 Prótese Fixa Superior

 Prótese Total Superior e Prótese parcial Inferior

 Prótese Total Superior e Prótese Removível Inferior

 

Prótese Fixa Superior e Bondings de Resina Composta