sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Lentes de Contato ou Dente Natural?

Nos últimos anos, as “lentes de contato” (facetas de cerâmica bem finas, colocadas nos dentes) “viraram moda”. Alega-se que conservam as estruturas dos dentes naturais; porém, na maioria das vezes, é necessário desgastar o esmalte dentário para aplicá-las. E esse desgaste é irreversível, ou seja, quando uma faceta quebra e solta, o paciente tem que ir logo ao dentista para este repor seu sorriso artificial. Os dentes naturais apresentam uma beleza única, insubstituível. A cor natural dos dentes varia de pessoa para pessoa; com a idade, os dentes escurecem um pouco, mas continuam em harmonia com a face. Qualquer procedimento odontológico, mesmo o mais avançado do mundo, “não chega aos pés” da beleza (divina) dos dentes naturais. Então, por que muitos querem alterar a cor dos dentes naturais ? Atualmente, há um grande incentivo pela aparência. O ser humano foge da realidade, do contato consigo mesmo, através de uma máscara. Com isso, muitos acabam estragando seus próprios dentes, na busca de um sorriso artificial; e o resultado disso é lamentável: perda da saúde e da beleza natural. “O uso da máscara pode ser visto não só para enganar o próximo, mas, principalmente a si mesmo, estragando a própria existência; de maneira que temos que ver agora que o indivíduo, denominado hipócrita, causa o maior desastre para sua existência desde que não consegue viver de acordo com o que é por si: o bem” (Keppe, A Origem da Sanidade)

Texto disponível no Jornal STOP 101

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Emoções e Doenças Bucais

Em nossa boca vivem milhões de bactérias, em perfeita harmonia com o organismo. Elas contribuem com a saúde (bucal e geral), participando do desenvolvimento de tecidos, proteção e digestão. Portanto, é o contrário do que Pasteur afirmou, que os micróbios seriam seres perigosos, que deveriam ser eliminados. Eliminar as bactérias da boca, como muitos fazem, através de bactericidas (como os enxaguatórios) constitui na verdade um erro, que conduz a doenças bucais e gerais. Nakae (1986) adverte que o uso tópico de antibióticos, sobre a placa bacteriana leva à destruição dos micro-organismos, o que impossibilita que estes atuem como recurso preventivo de doenças gengivais. Madigan e outros afirmam que a composição da microflora humana é relativamente estável (...), protegendo o hospedeiro e produzindo nutrientes importantes que contribuem para o desenvolvimento do sistema imunológico” (Madigan MT, Martinko JM & Parker J. 1996. Biology of microorganisms, 8th. Prentice Hall, NJ, USA). Nossa experiência clínica confirma a tese de Norberto Keppe que nossas enfermidades bucais (e gerais) advêm primariamente de um desequilíbrio psíquico (e social), que atinge o organismo, e não que os micro- -organismos sejam a causa do adoecimento. Uma pessoa psiquicamente equilibrada e com uma vida social adequada, dificilmente contrai doenças. Assim, para prevenirmos e tratarmos as enfermidades, temos que considerar a estrutura integral do ser humano – sobretudo sua parte psíquica, social e ambiental, como a ciência trilógica vem mostrando na atualidade.

Márcia Sgrinhelli e Heloísa Coelho

Texto disponível no Jornal STOP 55 disponível aqui.

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Os Refrigerantes Tipo Cola e Outros Ácidos Que Corroem os Dentes

“Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. É isso que acontece com os dentes que têm contato frequente com ácidos: eles sofrem de erosão (perda da sua estrutura dentária, decorrente de um processo químico de dissolução da porção mineralizada). 
De acordo com o Prof. Dr. Wilson Garone Filho, os mais erosivos, em ordem decrescente são: vinagre, água aromatizada com limão, suco de laranja, fanta laranja, coca-cola, pepsi light e vinho branco. (12) 
Ácidos são os principais desmineralizantes dos dentes e, por outro lado, a saliva é a maior remineralizadora (protetora). Ela é a principal atuante na remineralização dos dentes porque ela dilui e remove os ácidos através do fluxo salivar, neutraliza os ácidos e fornece cálcio e fosfato. Apesar da saliva ter a capacidade de remineralizar o esmalte, seu efeito tem limites. 
Depois da água, os refrigerantes são as bebidas mais consumidas no mundo. Eles são potencialmente erosivos para os dentes. Entre os refrigerantes, os tipo cola(que contêm ácido fosfórico) são mais erosivos do que os guaranás. Além disso, eles contêm excesso de fosfato, que prejudica o metabolismo do cálcio, favorecendo a osteoporose.
A localização preferencial das lesões causadas pelos ácidos de origem externa como o limão, as bebidas esportivas e os refrigerantes tipo cola é a parte da frente dos dentes superiores (face vestibular). Porém, com o uso frequente desses ácidos, os demais dentes podem sofrer erosão. Quanto maior o número de vezes que os dentes entram em contato com ácidos, maior será a erosão total. Isso ocorre porque a erosão causada pelos ácidos no esmalte é mais drástica nos primeiros minutos.
Portanto, o ideal é reduzir o consumo de refrigerantes e demais ácidos e, quando tomar os tipo cola, usar canudo (diminuindo o contato com os dentes) e, esperar, no mínimo, 30 minutos para a escovação (permitindo a atuação da saliva, para evitar abrasão). Também, para evitar abrasão, não consumir alimentos duros e/ou fibrosos junto ou logo após bebidas erosivas. É claro que as pessoas mais equilibradas têm uma dieta mais saudável, não excedendo em ácidos.

Trecho do livro Como Preservar os Dentes Naturais, escrito por Márcia Sgrinhelli e Heloísa Coelho
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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Clareamento ou Dente Natural?

A cor natural dos dentes varia de pessoa para pessoa, e vai desde o branco-amarelado até o branco-acinzentado. Porém, na década de 90 iniciou-se nos EUA um movimento odontológico em busca do “branco total”, que praticamente inexiste na natureza, incentivando em várias partes o clareamento dos dentes vivos (polpados).
Esse branqueamento com produtos químicos tem efeitos como: aumento da sensibilidade e dor dos dentes; danos aos tecidos moles e duros da boca (irritação das mucosas, aumento da porosidade superficial e da friabilidade do esmalte, diminuição da sua microdureza); danos aos materiais restauradores (restaurações feitas em dentes clareados estão mais sujeitas a terem microinfiltrações) e, o mais grave, efeito co-carcinogênico (capaz de produzir câncer quando ligado a outros fatores).
Se tudo isso acontece, afinal, por que muitos querem ainda alterar a cor natural dos dentes? A nosso ver, a explicação está no livro “A Libertação” de Norberto Keppe: “Tudo o que existe carrega altíssima dose de incrível beleza, e permanecemos indefinidamente desejando reconstruir o mundo novamente, conforme nossos padrões imaginativos, acabando por fazer uma obra que nem nós aceitamos”.
Na base dessa troca do natural pelo artificial está a teomania (desejo de ser deus no lugar do Verdadeiro) e a inversão (advinda da inveja). Esses elementos da patologia psíquica precisam ser conscientizados, para voltarmos a ter um nível de vida saudável, aceitando a beleza de nossos dentes naturais.

Heloísa Coelho e Marcia Sgrinhelli

Texto disponível no Jornal STOP 57 disponível aqui.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Por que conservar os dentes naturais?

Nossos dentes naturais são muito valiosos porque eles participam da nossa estética, nutrição, fala e até da nossa postura (a falta de dentes pode nos causar até problemas de coluna). Eles foram criados para permanecerem durante toda a nossa vida. Daí a importância de um tratamento que preserve os dentes naturais. A perda de um ou mais dentes causa enormes prejuízos como: inclinação dos dentes vizinhos (desequilibrando toda a dentição); diminuição da força mastigatória; problemas no periodonto (tecidos ao redor dos dentes), retração da gengiva, perda da estética; ocorrência de dores de cabeça, dores na ATM (articulação para abrir e fechar a boca) e dores nos ouvidos. Assim, a falta de dentes naturais diminui a qualidade de vida do ser humano. Por que a humanidade tem alta incidência de cáries dentárias e doenças do periodonto? As emoções negativas (raiva, inveja, medo etc) não conscientizadas alteram o funcionamento do organismo, podendo causar as mais diversas doenças, não apenas bucais mas em todo o organismo. A doença mostra que o ser humano nega a saúde. Só podemos negar, omitir e deturpar o que é bom, belo e verdadeiro; pois jamais poderíamos sofrer por causa do que existe por si.


quarta-feira, 10 de abril de 2019

O Amor e a Saúde dos Dentes

Na prática da Odontologia, comprovamos diariamente como as emoções negativas geram doenças bucais. Raiva, inveja, inversão, medo, megalomania desequilibram o funcionamento das glândulas salivares, diminuindo o fluxo da saliva, ou alterando sua composição (ph), o que origina cáries e moléstias periodontais. Essas emoções negativas são fruto de nossa atitude diante da consciência (percepção). Dra. Cláudia B. Pacheco, em seu livro A Cura pela Consciência — Teomania e Stress, diz que há, basicamente, duas reações patológicas diante da consciência: o medo e a raiva – e só uma reação saudável: a da pessoa humilde, que acata a consciência beneficiando-se e poupando seu físico de doenças.


Explicação do gráfico: Quando rejeitamos a consciência e reagimos com raiva, lutando para negá-la, há um aumento de secreção de noradrenalina e adrenalina, e a saliva torna-se espessa e em quantidade insuficiente; se essa atitude for constante, ocorrerá um desequilíbrio (“boca seca”) capaz de causar cárie dentária, gengivite e outras doenças. Já o medo da consciência, liberando acetilcolina, pode causar doenças bucais. Se, pelo contrário, temos afeto, tolerância, aceitamos a consciência da raiva e do medo, e vivenciamos o amor, poupando-nos de enfermidades. Portanto, a atitude contra a consciência e contra o amor (romantismo) - precisa ser conscientizada, para que haja um retorno à vivência do afeto conosco e com nossos semelhantes, a fim de termos saúde.

Texto do Jornal STOP 53 disponível aqui!

terça-feira, 2 de abril de 2019

Conserve Seus Dentes Naturais

... e vivos (com as polpas sadias ), de preferência.


Quando um dente necessita de tratamento de canal?

Se a polpa dentária é atingida por uma cárie ou se o dente sofre de um trauma físico,  como o bruxismo, ela se defende com uma inflamação (pulpite) que, inicialmente, é reversível (pode desinflamar). Com uma pulpite aguda, o paciente sente muita dor, mas se essa inflamação for reversível, é possível manter a polpa íntegra ( sem trat. de canal). Para tanto, o dentista precisa fazer um curativo, que atua como um medicamento. Após essa consulta de emergência, se esse dente não causar mais nenhuma dor durante uns 40 dias, ele pode ser restaurado, evitando-se um tratamento de canal. Portanto, o ideal é procurar um dentista assim que se sentir dor de dente, porque essa inflamação da polpa tende a se agravar, tornando-se irreversível. Nesse caso, o tratamento de canal é necessário.


Consciência é Saúde 

Para que esse tratamento conservador da polpa tenha sucesso, é fundamental que o paciente se acalme diante da visão dos seus erros e dificuldades. Somente com a conscientização das emoções negativas (raiva, medo, inveja etc) é que se consegue a recuperação da saúde. Tanto as cáries dentárias como as pulpites, e até o bruxismo são decorrentes do estresse emocional descontrolado.

Heloísa Coelho e Márcia Sgrinhelli
texto disponível no Jornal STOP 92 disponível aqui.

sexta-feira, 15 de março de 2019

Fraturas dentárias e a tensão emocional

Os dentes podem ter rachaduras de vários níveis; nos casos mais graves, eles se dividem em duas partes. Mesmo assim, dependendo do caso, essas partes são aproveitadas. Vamos, aqui, analisar as fraturas dentárias causadas durante a mastigação, ou pelo bruxismo (ranger ou apertar os dentes). Dentes com restaurações grandes são os mais propícios a sofrer fratura, mormente quando eles têm tratamento de canal (ficam fracos). Podem causar fratura dentária: mastigar algo muito duro por acidente (pedra, pedaço de osso, caroço de azeitona) e o hábito de mastigar alimentos duros (balas, milho de pipoca, amendoim tipo japonês, pedra de gelo, granola seca, sementes etc). Estados emocionais como a ansiedade, o medo e a raiva causam aumento da atividade dos músculos mastigatórios e, consequentemente, tensão muscular. Por isso, aqueles que mais fraturam os dentes são os que possuem grandes restaurações, gostam muito de mastigar alimentos duros e têm bruxismo. São pessoas muito tensas que procuram descarregar suas tensões na boca. Fraturas dentárias e a tensão emocional A tensão e o nervosismo resultam da luta que o ser humano faz para eliminar a consciência dos erros e também rejeitar a realidade, que é boa, bela e verdadeira (atitude de censura à consciência).

Disponível no Jornal STOP edição 97, leia mais aqui.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

A Tensão Emocional e as Doenças da Gengiva

Os dentes e gengivas também sofrem influência de nossas emoções negativas, podendo ocorrer cáries e doenças gengivais. Tais emoções precisam ser conscientizadas para se obter um bom resultado no tratamento. Através da técnica de conscientização keppeana podem-se resolver problemas gengivais, como no caso de L.G. (62 anos) que tinha dentes com certa mobilidade e, quando era convidada para uma reunião social suas gengivas se inflamavam e sangravam. Com a psicoterapia trilógica conscientizou-se que era isolada para manter uma ideia de perfeição sobre si mesma, passando a ser mais sociável e, aos poucos seus dentes firmaram. Hoje, com 76 anos, sua saúde bucal continua estabilizada. Outro caso interessante é de M.A. que aos 30 anos apresentou descolamentos da gengiva (bolsas periodontais). Nesse caso, o especialista indicou cirurgia das gengivas. Descontente com isso, M.A. nos procurou para fazer tratamento e iniciou também a psicoterapia trilógica. Em poucos meses houve reparação das bolsas periodontais e sua saúde bucal permaneceu assim até hoje (aos 56 anos), necessitando apenas de raspagens anuais. Como somos uma unidade indissolúvel entre o psíquico e o físico, adoecemos primeiro psiquicamente e depois fisicamente. A conscientização de nossos problemas tem um grande poder energético de recuperar nossa saúde. Pela natureza, a estrutura essencial do ser humano é capaz de autorregenerar nosso organismo.

Leia esse e outros textos no Jornal STOP 73 disponível aqui!

Dra. Márcia Sgrinhelli e Dra. Heloísa Coelho 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

A Origem Psicossomática das Doenças Bucais


A nevralgia do trigêmeo é considerada a mais violenta das dores repentinas e recorrentes que afligem o ser humano. É uma dor lancinante, com aparecimento súbito, como uma fisgada, pontada ou choque; atinge um lado da face e dura alguns segundos e reaparece em intervalos de tempo variados. Prevalece nos idosos e 60% são mulheres. Pela medicina tradicional, o “tratamento” mais indicado é o medicamentoso (anticonvulsivantes) e o paciente precisa tomar doses cada vez maiores para aliviar a dor; mesmo assim, em muitos casos a dor persiste. Além disso, os efeitos colaterais são desanimadores: desequilíbrio, tontura, redução da capacidade de raciocínio, amortecimento etc. Em 95% dos casos, não existe comprometimento orgânico e nem trauma prévio que justifique essa doença. Portanto, o exame neurológico não revela nenhuma alteração. Isso comprova que a nevralgia do trigêmeo é uma doença psicoenergética. Pelas descobertas de Keppe, mormente sobre Metafísica Desinvertida, é possível compreender a verdadeira causa da nevralgia do trigêmeo.

A doença orgânica é um fenômeno acima de tudo energético

Segundo Keppe, os chamados sentimentos negativos (inveja, vingança e
ódio) criam ao redor do indivíduo uma carapaça que impede a entrada de energia (essencial) na estrutura psico-física adoecendo e impedindo seu desenvolvimento. Fisicamente, o ser humano constitui um ser receptor e transmissor de ondas energéticas. De maneira que tem de haver um perfeito equilíbrio entre o receber e emitir energia para que não haja um curto-circuito em todo o sistema cerebral. Os nervos do nosso corpo são os maiores captadores de energia essencial; o trigêmeo, por ser um par de nervos cranianos, capta mais energia. O nível do que transmitimos depende do volume de energia que aceitamos, que está na dependência direta dos bons sentimentos que desenvolvemos.

A consciência tem um enorme poder energético e curativo

Pelas nossas observações clínicas, os portadores de nevralgia do trigêmeo têm muita raiva, rancor e, como consequência tornam-se inativos, deixando de ser úteis para a sociedade. A raiva é uma reação de luta contra a consciência (compreensão total da realidade, principalmente do nosso interior). Rancor e ódio criam muitas dores no corpo. A nevralgia do trigêmeo pode surgir logo após seus portadores terem uma consciência (captação de energia) e, em seguida, a rejeitarem violentamente com ímpetos de inveja e ódio. Nesses momentos ocorre um acúmulo de energia no nervo trigêmeo, causando um curto-circuito. Os portadores de nevralgia do trigêmeo relatam que têm crises de dor com mais frequência quando estão passando por fases mais complicadas (relacionamentos, trabalho e economia). Na verdade o que causa dores no ser humano não é o acontecimento em si, mas sim a consciência que ele traz para a pessoa e ela a rejeita (devido à censura). Sempre que deixamos de ver os próprios problemas, estamos rejeitando a consciência, que é um bem. Com isso, podemos adoecer fisicamente.

Caso Clínico

Quando veio nos procurar, N.S., 64 anos, sofria de nevralgia do trigêmeo havia 10 anos. Contou que nunca havia trabalhado fora e tinha apenas uma filha. Esta se casou e N.S. passou a cuidar só do marido. Suas crises de dor pioraram após a morte do esposo. Nessa época ela nos procurou para tratar dessa nevralgia. N.S. era uma pessoa triste, depressiva e, conforme o que relatou sobre sua vida, percebemos que ela tinha algum rancor. Cientes que essa doença é psicoenergética, indicamos para ela uma terapia trilógica e, após alguns meses, ela deixou de ter essas dores.

O bem é um processo de ida e volta da bondade que se faz

Não somos donos do bem que recebemos – se o indivíduo segurar só para ele todo o bem que recebe, ele pode ter um curto-circuito. Fomos criados para viver em função do bem das outras pessoas, saindo dessa prisão horrível em que o egocentrismo nos acorrentou – assim como o grande sofrimento vem, ao  querer viver só para si mesmo. O que é fundamental mesmo é o que é realizado, que caracteriza a essência da existência – afinal de contas, o ser humano é formado pela ação da energia divina, para ser conforme ela.

Heloísa Coelho e Márcia Sgrinhelli – Jornal STOP 82 (disponível aqui)


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Odontologia e Espiritualidade

“Não existe doença alguma que não seja física e espiritual ao mesmo tempo”, como mostra Keppe em seu livro Psicoterapia e Exorcismo (2018). As emoções negativas inconscientizadas alteram o funcionamento do organismo como podemos ver no caso da inveja. M.N. relatou: - Quando eu era criança, minha professora mostrou uma foto de um sorriso lindo. Depois mostrou uma foto de dentes cariados. Então, pensei claramente que queria ficar com os dentes todos estragados. Mas, eu mesmo me assustei com essa ideia. Hoje, acho que esse pensamento veio de um espirito maligno, que devido à minha inveja, eu segui. Portanto, perdi muitos dentes. Notamos através desse relato que o ser humano não é vítima dos malignos, mas através da atitude de inveja, se conecta com esses seres espirituais. “Qualquer coisa que se faça no campo físico, repercute no espiritual, e o mesmo sucede deste último, para o material, pois não podemos nos esquecer, que somos uma unidade, constituída de corpo e alma.” (KEPPE, 2018).

Dra. Heloísa Coelho

Texto no Jornal STOP, disponível aqui.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Mau Hábito: Higiene Bucal Insuficiente

Quanto mais artificial for a nossa alimentação, maior a necessidade de termos uma boa higiene oral. Quando mastigamos os alimentos naturais como frutas, verduras e legumes (preparados de uma maneira que não lhes remova muito a sua consistência natural) limpamos um pouco os dentes, além de beneficiarmos o periodonto (tecidos em volta do dente) que necessita de um estímulo fisiológico para se manter saudável. Portanto, o alto consumo de alimentos moles e pastosos, que não necessitam ser mastigados, é prejudicial. Hoje em dia cada vez mastigamos menos por causa da consistência dos alimentos e do hábito de comer muito rápido, quase sem mastigar. Além disso, consumimos muitos carboidratos refinados e demais alimentos industrializados, o que torna indispensável uma boa higiene bucal. Existem pessoas que só escovam os dentes da frente, enquanto que outras praticamente não escovam os dentes. Algumas alegam até falta de tempo.


Por Que Não Cuidamos dos Nossos Dentes?

É muito importante que todos percebam a relação existente entre a nossa psiquê e os nossos hábitos, pois só assim aqueles que não cuidam bem dos dentes podem começar a cuidar. Perguntamos para cinquenta pessoas sobre o que os dentes representam e todas, sem exceção, associaram os dentes a algo bom, como: saúde e estética. Assim, “não cuidar dos dentes” significa não cuidar do que é saudável e belo na nossa vida. Além disso, a pessoa que não escova bem os dentes não quer “tratar” da sua “sujeira” interior – problemas, atitudes neuróticas, que estão corroendo o que tem de perfeito em seu Ser.


Como Seria Uma Boa Higiene Bucal?

1) A escova de dentes deve ter cabeça pequena e cerdas macias e retas (da mesma altura).
2) Não escovar os dentes com muita força e rapidez.
3) A pasta de dentes tem como objetivo facilitar o uso da escova e dar um aroma agradável à boca. Deve-se usar pouca pasta e evitar aquelas que contêm muitos agentes abrasivos (como aquelas que dizem ser próprias para fumantes) porque essas pastas desgastam muito o esmalte dos dentes. Evitar também as pastas chamadas clareadoras porque elas enfraquecem o esmalte (causam desmineralização) e também são abrasivas.
4) Evitar o uso de antissépticos bucais porque eles alteram o equilíbrio natural do meio bucal.
5) No mínimo, deve-se escovar os dentes 2 vezes por dia; de preferência logo após as refeições.
6) A escovação mais importante é a realizada antes de dormir.
7) O uso do fio dental entre todos os dentes é importante para complementar a higiene bucal, uma vez que a escova não consegue limpar bem essas regiões. Ele deve ser usado pelo menos 1 vez por dia, de preferência antes de dormir. O uso diário do fio dental é bom para evitar a formação de cáries e de tártaro.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Como Preservar os Dentes Naturais : Entrevista no NGT Notícias


Entrevista com Dra. Heloísa Coelho no NGT.

O Dentinho Porcalhão na Fábrica da Mastigação

Marcia Sgrinhelli e Maria Silvia Almeida, 2000, 10 páginas. Este livro para colorir tem como objetivo mostrar às crianças e aos pais a inter-relação existente entre as nossas emoções e a saúde bucal. A história é baseada nas descobertas de Norberto R. Keppe, fundador da SITA - Sociedade Internacional de Trilogia Analítica (Psicanálise Integral), que explica que o aspecto essencial da vida é a ação real, isto é, ação dirigida pela bondade, beleza e verdade, em harmonia com a essência do ser humano. Baseando-se também no livro A Cura pela Consciência - Teomania e Stress, de Cláudia B.S. Pacheco, vice-presidente da SITA, esta história ilustra a causa e a prevenção das cáries dentárias numa perspectiva psicológica única, mostrando à criança como obter saúde bucal.

O que é a Odontologia Psicossomática Trilógica


No vídeo, Dra. Heloísa Coelho explica sobre a Odontologia Psicossomática Trilógica e como essa ciência é aplicada no tratamento dentário.

As Causas Psicológicas da Cárie Dentária


No vídeo, Dra. Márcia Sgrinhelli explica sobre a cárie dentária e sua relação com aspectos emocionais.

Odontologia Trilógica no YouTube


Acesse aqui o Canal do Youtube para entender mais sobre a Odontologia Psicossomática Trilógica e suas aplicações!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Clareamento Dental

Saiba a verdade sobre o clareamento dental 

Muitos pacientes empolgados com as propagandas sobre odontologia estética, procuram os dentistas para clarear seus dentes.
Apesar de estar mais avançada, a odontologia estética não possui uma técnica milagrosa nem tampouco materiais restauradores miraculosos.

O clareamento dental provoca efeitos maléficos ao dente :
- sensibilidade e dor durante o tratamento clareador
-danos à gengiva e outros tecidos moles da boca
-danos ao próprio dente
aumento da porosidade do esmalte
diminuição da microdureza do esmalte
o esmalte se torna quebradiço
os dentes se tornam opacos, perdem o brilho natural
-restaurações feitas em dentes clareados têm mais micro-infiltração
-efeito co-carcinogênico (capaz de produzir câncer quando ligado a outros fatores)

obs. como os dentes voltam a escurecer depois de um ano mais ou menos, cada vez que o paciente fizer mais um clareamento dental, os efeitos maléficos podem se tornar mais severos.

A cor natural dos dentes, que é conferida pela dentina, varia de pessoa para pessoa e vai desde o branco amarelado até o branco acinzentado. O esmalte (camada que recobre a dentina) é translúcido . 
Existem muitos fatores que podem escurecer os dentes naturais como fumo e outras drogas, café, chá, vinho tinto, açaí, etc e o uso de certos antibióticos. Com a idade os dentes também escurecem.
Há uma riqueza incrível na natureza mostrando vários tipos de beleza. Quando rejeitamos essa riqueza,
trocamos o que é naturalmente belo por algo artificial. Na beleza , cada ser humano brilha de uma forma diferente _ na deturpação da beleza ou na destrutividade tudo fica igual, "sem brilho" e menos belo.
Como o belo é derivado do que é bom , o verdadeiro tratamento estético dos dentes tem que se basear no bem, isto é, na máxima conservação dos dentes naturais , sem prejuízo à saúde .
Hoje em dia existem várias maneiras de restaurar o sorriso, se este estiver com problemas de estética mas sem destruir a saúde .

Soluções Estéticas que Preservam os Dentes Naturais

Dras. Márcia Sgrinhelli e Heloísa
Coelho, cirurgiãs-dentistas


De acordo com Norberto Keppe, a estética é o fundamento da civilização, e qualquer trabalho científico tem que manifestar basicamente a verdade, sem deixar o seu fundamento estético; a estética está ligada diretamente à ética e à espiritualidade; seria a manifestação do amor pela bondade, ou melhor, é a própria atuação da bondade.
Aplicando esse conhecimento ao campo odontológico, vemos que nossos dentes foram feitos com muita estética. Tanto seu tamanho, como formato e cor variam de acordo com o tipo de rosto e cor da pele da pessoa. Eles, por natureza, estão em equilíbrio com nossa face, contribuindo para a beleza do rosto, motivo pelo qual um bonito sorriso é muito agradável a todos. Porém, devido a nossa conduta patológica psico-social podemos danificar essa beleza (por ex., a musculatura facial contraída de pessoas muito tensas faz os dentes crescerem comprimidos, meio tortos; certos vícios, como tabaco, geram enfeamento nos dentes etc.). De maneira que qualquer problema nos dentes anteriores pode comprometer o sorriso, tornando-o antiestético.
E como pode o odontólogo auxiliar o paciente nesses casos, preservando, ao mesmo tempo, os dentes naturais? Na verdade, com resina composta e através de uma técnica adesiva é possível fazer reparos nos dentes sem nenhum desgaste deles, obtendo como resultado um sorriso natural. Este é o fundamento da Odontologia Trilógica (minimamente invasiva), pois essa técnica simples e indolor visa à máxima conservação dos dentes naturais, podendo-se preservar a saúde, economizar tempo (número de consultas) e dinheiro.
Com ela conseguem-se fechar espaços entre os dentes, aumentar e/ou mudar a forma de dentes malformados , corrigir erosões, defeitos do esmalte, manchas brancas, amarelas ou marrons e até disfarçar problemas de espaços e formatos dos dentes. Podem-se fazer facetas de resina para retornar aos dentes escurecidos ou manchados a cor natural; ou disfarçar o contorno das restaurações perceptíveis; tirar a aparência de metal no sorriso (restaurações escuras ou próteses que perderam a estética). Muitas vezes é possível colar o pedaço do dente natural que foi fraturado ou reconstruir com resina o fragmento que falta. A verdadeira Odontologia é ligada à estética tendo como função prevenir e tratar das doenças bucais, conservando os dentes naturais.

Dentes: A necessidade do Tratamento Integral (Psico-sócio-somático)

Dras. Marcia Sgrinhelli e Heloísa Coelho 

Em nossos livros Odontologia do 3º Milênio (volumes I e II), publicados pela Editora Proton Ltda., mostramos a influência das emoções negativas (raiva, medo, inveja) na origem das doenças bucais, e como o tratamento deve ser integral e preservar o máximo possível os dentes naturais. Nosso organismo tem mecanismos de resistência à cárie, capazes de calcificar através da saliva os orifícios pequenos, que só atingem o esmalte. Nesse estágio a cárie não precisa ser tratada, cabendo ao dentista verificar, nas consultas de revisão, se ela foi calcificada, se continua igual, ou se cresceu. Só quando a cárie já atingiu a dentina, precisa ser tratada. Neste caso, removemos os tecidos cariados, com todo cuidado para não desgastar os sadios, e restauramos o dente, com amálgama ou resina. Porém, é possível evitar o surgimento ou evolução da cárie, pela prevenção e tratamento integrais, abrangendo a parte psíquica, social e física. O cliente precisa ver como as emoções negativas e os hábitos errôneos decorrentes (açúcar em excesso, fumo etc.) interferem na saúde bucal e de todo o organismo, para poder ter maior equilíbrio emocional e uma conduta mais sã, evitando novas cáries e outras enfermidades. 

Flúor em excesso é prejudicial a saúde

No livro Odontologia do Terceiro Milênio-Trilógica, publicado em 1998, nós escrevemos um capítulo denominado “Flúor em excesso faz mal para os dentes”, onde abordamos os seguintes tópicos: toxicidade do flúor; o uso do flúor na odontologia; fontes naturais de flúor; saiba se sua cidade fornece água fluoretada; algumas águas mineiras engarrafadas contêm flúor em excesso; o poder econômico e o flúor e a verdadeira causa e prevenção da cárie dentária, alertando já nessa época que o flúor em excesso é prejudicial não só aos dentes, mas também a saúde em geral.

FLUOR EM EXCESSO É TÓXICO 
Flúor em excesso é tóxico. A toxicidade é divida em aguda e crônica. A aguda é relacionada à ingestão de uma grande quantidade de flúor de uma única vez e a crônica à ingestão de pequenas quantidades durante prolongado período de tempo. Com relação a toxicidade crônica do flúor o efeito mais comum da ingestão de doses pequenas é a fluorose dentária. Fluorose dentária é uma anomalia do desenvolvimento que afeta a estética do esmalte (provoca manchas) e cuja severidade depende da dose consumida. Como a água da rede pública é geralmente fluoretada e é impossível controlar a quantidade de água ingerida por cada consumidor, mesmo quando sua concentração é mantida dentro de um padrão ótimo (0,7 ppm no Brasil), há fluorose na população num certo grau.

PESQUISAS RECENTES
Recentemente num estudo feito em por pesquisadores da USP Bauru – “Flúor encontrado em guloseimas, creme dental e água pode prejudicar os dentes”, foi detectado um excesso de flúor na maioria dos produtos como achocolatados, cereais, bolachas doces recheadas, chocolates, sucos, refrigerantes, iogurtes e sorvetes, o que se deve provavelmente ao uso de água fluoretada no processo de industrialização.

A água, mesmo filtrada ou fervida, guloseimas – todos os alimentos atrativos para crianças – combinados com o excesso de pasta de dente, podem prejudicar a dentição através da fluorose. Com a fluorose os dentes ficam porosos, quebradiços e adquirem uma coloração que varia de esbranquiçada a marrom. A doença pode acarretar danos à mastigação e à estética.
Em outro estudo – Ingestão de dentifrício por jovens crianças – Luciano Kendy Souza Sato relata que “uma das fontes de liberação de flúor é o dentifrício (pasta de dente) e quanto mais jovem a criança, maior a quantidade de pasta dental que ela tende a engolir”. 
Como a pasta de dente também é fluoretada, quando associada as outras fontes de flúor pode causar fluorose.
Na verdade, o nosso organismo precisa de uma quantidade tão pequena de flúor que as fontes naturais suprem facilmente essa necessidade. O principal fato causador da cárie dentária é o stress psicossocial.

O estresse emocional e as aftas

Muitos leitores nos perguntam se o aparecimento de aftas na boca tem relação com o estresse emocional . Esse problema ocorre em 20% da população em geral sendo mais freqüente no sexo feminino e está relacionado ao fator emocional . Devido à tensão emocional ocorre um desequilíbrio neuro-hormonal e imunológico no nosso corpo e uma alteração do ph salivar. Emoções negativas como a raiva e o medo também interferem na salivação, tornando-a insuficiente ou em excesso (muito diluída). Essas mudanças alteram o equilíbrio bucal, podendo trazer, como resultado, cáries, inflamação da gengiva, aftas e até mau hálito. G.M. , 30 anos, tinha crises de aftas múltiplas constantemente desde os 4 anos de idade , relacionadas a problemas emocionais desde a infância . Ao conscientizar tais emoções passou a usar melhor a razão e o amor para lidar com os problemas e acalmou-se . Como conseqüência as aftas desapareceram espontaneamente . Isso mostra a importância de uma odontologia com orientação psicossomática, que trate não apenas do sintoma orgânico, mas que também esclareça o cliente sobre esses aspectos de sua vida emocional, e como se acalmar para ter mais saúde.

Dentes sensíveis e a tensão emocional

O paciente R.C. 35 anos se queixou de fortes dores nos dentes ao tomar líquidos frios . Ele relatou que estava com problemas de relacionamento e muito estressado ultimamente . Esse tipo de acometimento é muito freqüente na população mundial (Peres.et.al 1999 ) denominada hipersensibilidade dentinária , quando um ou mais dentes tornam-se muito sensíveis às diferenças de temperatura. Ela pode ser causada por diversos fatores como stress, dieta, traumas de escovação, tratamentos dentários, bruxismo, etc. A dor se caracteriza por ser aguda e súbita e de curta duração, de inicio rápido, provocada por estímulos externos em áreas em que há exposição de dentina, normalmente pela presença de recessão da margem gengival. Para Sobral e Neto (1999) é um fenômeno complexo que envolve tanto alterações fisiológicas como psicológicas do indivíduo. Tamaro, Wennstrom e Bergenholtz (2000), relataram que a dor é um fenômeno psico-biológico tendo como base o psicológico e o fisiológico para a percepção dela. Apesar de estudos, várias teorias e tratamentos terem sido propostos, ainda existem incógnitas a respeito do tema que precisam ser melhor avaliadas. Essa manifestação clínica por conter um forte componente emocional na sua causa ainda é um grande desafio. Como temos experiência de 30 anos aplicando a Psicanálise Integral na Odontologia com ótimos resultados no tratamento da hipersensibilidade dentária , expliquei para R.C. que a reação à dor que a pessoa sente depende principalmente de seu estado emocional , isto é, quanto mais estressada ela estiver, mais dor ela sentirá . E que estados de raiva e medo desencadeiam dores violentas mesmo com pequenos estímulos. Além disso, nosso cérebro libera substâncias chamadas endorfinas, quando estamos mais calmos e receptivos e estes funcionam como analgésicos naturais, aumentando nossa capacidade de suportar a dor . Ao lidar com seus problemas emocionais, R.C. se acalmou e a recuperação da hipersensibilidade foi mais rápida e eficaz .

Perigos do Flúor e a Ciência das Corporações

José Ortiz Camargo Neto, jornalista científico trilógico Roberto Giraldo, médico infectologista, imunologista e psicossomaticista “A ciência do flúor é a ciência das corporações, é a ciência do DDT, é a ciência do amianto, é a ciência do tabaco. É uma trama!” Com estas palavras, o jornalista investigativo Cristopher Bryson, da BBC, inicia sua entrevista ao dr. Paull Connet, que praticamente esgota o assunto sobre flúor. Nela estão contidos os perigos do flúor, os institutos e cientistas comprados para dizer que ele não faz mal, e os interesses de corporações na fluoretação das águas. Fruto de 10 anos de pesquisa, ele lançou o livro “Fluoride Deception” (“A Fraude do Flúor”), reportagem-denúncia publicada em 2004 pela editora Seven Stories. Seu interesse pelo assunto começou em 1993, quendo era produtor da BBC em Nova York, e dois técnicos da Agência de Proteção Ambiental (EPA) lhe disseram que “os É preocupante ver a forma errada como as autoridades sanitárias analisam e tratam o assunto das vacinas e das doenças como a gripe comum e suína, o que indubitavelmente cria um ambiente perfeito para o que se chama “Enfermidade Psicogênica Massiva”, também conhecida no mundo científico como “Epidemia Histérica”, “Histeria Massiva” ou “Histeria das Massas”. As doenças são apresentadas como terríveis, poderosas, vindas “de fora” da padrões de segurança da adição de flúor nas águas eram baseados numa ciência fraudulenta”. Bryson dedicou-se a investigar o assunto, e o resultado foi um trabalho sério e corajoso, que resultou no livro e no vídeo-entrevista que pode ser visto no youtube, neste endereço: www.youtube. com (busque por: A fraude do flúor) Creio ser este conhecimento de necessidade fundamental para médicos, dentistas, autoridades de saúde e meio ambiente e pela população em geral, pois Bryson mostra que o que é apresentado como “ciência” nas academias, jornais e propagandas, na verdade é uma fraude montada por interesses comerciais escusos. Segundo ele, a ideia de fluoretar as águas nos EUA partiu de Gerald Cox, do Mellon Institute of Industrial Researche , por sugestão de Francis Frasy, diretor de uma fábrica de alumínio americana; o Mellon Institute já favorecia a indústria do amianto, que hoje perde processos no mundo todo devido ao adoecimento ou morte de pessoas por causa do asbesto. Outro defensor da fluoretação foi Harold Hodge – toxicologista da Rochester, que coordenou pesquisas antiéticas de injetar plutônio e urânio em cobaias humanas para verificar os efeitos tóxicos nas pessoas. Ele foi o toxicologista-chefe do Projeto Manhatttan (de construção da bomba atômica lançada em Hiroshima) e o encarregado de testar os efeitos das substâncias radiativas em humanos. O Projeto Manhattan exigia enormes quantidades de flúor, que poluía os ares e as águas, mas Hodge tranquilizou os americanos dizendo que flúor em pequenas quantidades não fazia mal e podia ser adicionado nas águas. Outro cientista envolvido foi Robert Khoes, do Laboratório Kettering, que defendeu a perniciosa adição do chumbo à gasolina, “pago pelas companhias de combustível”, diz Bryson. “E o mesmo ele fez defendendo o flúor.” Kohe e o Kettering Institute eram favoráveis à indústria e ao Instituto Nacional de Pesquisa em Odontologia, e produziram extensa bibliografia sobre a toxicidade do flúor e o papel do flúor na saúde pública, num trabalho bancado por: Aluminum Company of America (ALCOA), Aluminum Company of Canadá, American Petroleum Institute, DuPont, Monsanto, Kaiser Aluminum, Reynold Metals, US Steels entre muitos outros financiadores. Bryson chama isso de “ciência de aluguel” ou “ciência das corporações” que, como se sabe, não se limita à questão do flúor, mas à segurança de vacinas, medicamentos, e outros produtos químicos, como tem sido denunciado frequentemente.