terça-feira, 30 de abril de 2013

POR QUE MEDO DO DENTISTA?


POR QUE MEDO DO DENTISTA?

          Se perguntarem a uma pessoa: “tem medo do dentista?”, a primeira reação de muitos será dizer que não – pois ninguém gosta de se ver como um indivíduo “assustado”.
          A verdade, entretanto, é que muitos não frequentam o consultório dentário de maneira alguma, mesmo que estejam a lhe cair todos os dentes da boca. A razão, se formos procurar , está lá, escondidinha: medo. Nada mais do que isso.
          Pior do que o medo é o medo de perceber o medo. Para esconder que, no fundo, tem um verdadeiro temor da cadeira do dentista, muita gente inventa as mais variadas desculpas. Há pessoas que dizem que não vão ao consultório porque determinado dentista não é bom, ao invés de procurar um profissional mais competente. Assim, ficam sem tratamento dentário.
          O que fazer diante do medo? A nível de saúde bucal, se não visitarmos um bom dentista periodicamente, podemos ter problemas mais sérios em nossa boca. Por exemplo, uma pequena cárie pode chegar a atingir a polpa (“nervo”) do dente, exigindo um tratamento de canal; uma inflamação da gengiva, quando não tratada por anos pode evoluir para uma periodontite, onde já ocorre destruição do osso ao redor do dente.
                    A Odontologia Psicossomática Trilógica explica porque algumas pessoas têm medo de ir a um dentista bom – que conserva o máximo possível os dentes naturais e que não faz um tratamento doloroso. Nesse caso, o medo de ir ao dentista é de origem psicológica, devido à inversão (vê o que é bom como algo ruim) e também por achar que se não vê o problema este não existe (se não vê uma cárie, ela não existe).
         O nosso maior medo é de entrarmos em contato com a própria consciência (compreensão total da realidade, principalmente do nosso interior). A nossa consciência é aquela “voz” interior que nos está sempre mostrando o que existe de bom, belo e verdadeiro e que, ao mesmo tempo, nos revela os erros que cometemos (e também os erros da sociedade), para podermos corrigi-los e, assim, nos desenvolvermos.
          Todas as nossas atitudes nos trazem uma percepção da realidade. Quando o dentista examina nossa boca para ver se temos algum problema, sentimos como se a dor e o sofrimento tivessem começado a partir daí e se escondermos o mal ele não vai nos magoar.
         Além disso, é importante vermos o que os dentes nos representam, pois todos os associam  a algo bom, como saúde e estética. E quando perguntamos o que a cárie representa, todos associam a algo ruim, como destruição,dor, perda de saúde e de estética. Portanto, ao sabermos que temos uma cárie, isto espelha a destruição que, inconscientemente, fazemos na nossa vida, enfim, temos consciência da nossa fragilidade (psicossocial e individual).
         O mais consciente não tem medo de ir ao dentista (bom) e, inclusive, tem a percepção necessária para escolher um dentista competente.

O FLÚOR FAZ MAL À SAÚDE


O Flúor Faz Mal à Saúde
Dras. Márcia Sgrinhelli e Heloísa Coelho, 
cirurgiãs-dentistas com orientação psicossomática

Países europeus como Suíça, Bélgica, França, Itália, Finlândia, Noruega, Suécia e Alemanha rejeitaram a fluoretação da água porque o flúor é tóxico. A toxicidade crônica ocorre com a ingestão de pequenas quantidades durante longo período cujo efeito mais comum é a fluorose dentária, que provoca manchas no esmalte, dependendo da dose consumida.  A água fluorada em concentrações consideradas ideais associadas a cremes dentais com flúor faz aumentar o risco de fluorose nos dentes permanentes.  Milson  (1977) relata que nas crianças a partir de 2 anos, o flúor em excesso pode afetar a formação do esmalte dos incisivos. Sato relata que “uma das fontes de liberação de flúor é a pasta de dente e quanto mais nova for  a criança, mais pasta ela engole” e quando associada a outras fontes de flúor  também pode causar fluorose. Após a ingestão de qualquer quantidade de fluoreto ele atravessa as membranas celulares e alcança a corrente sanguínea de onde se acumula nos ossos e nos dentes. (Murray 1992). Também pode prejudicar o  cérebro, causando déficits de aprendizagem. (Grandjean, 2006). 
Antes se achava que ao se ingerir flúor este formaria fluorapatita deixando o dente mais resistente à cárie, mas isso não ocorre. No mundo industrializado e desenvolvido, não há diferença de prevalência de cárie dentária, quer se tenha ou não água fluoretada. Pesquisas em muitos países comprovam este fato (EUA, Escandinávia, Nova Zelândia e  Brasil). 
O desejo de mudar a estrutura original do dente, achando que se poderia “criar” um dente melhor do que o natural é devido à  teomania de achar que seria possível criar algo “mais perfeito” que a própria natureza (Criação) e resulta numa total imperfeição. (Jornal STOP nº 71)

A ORIGEM DAS DOENÇAS NO NOSSO INTERIOR PSICOLÓGICO


A Principal Origem de Nossas Doenças, Inclusive Bucais, Está em Nosso Interior Psicológico


A origem das enfermidades não está nas bactérias e outros micro-organismos, como Pasteur apregoou, incentivando o uso da pasteurização, da assepsia com produtos químicos tóxicos, levando hoje as pessoas a utilizarem enxaguatórios bucais de vários tipos e pastas de dentes com químicos prejudiciais à saúde, como o flúor. Como tudo que existe é bom em si mesmo, também os micro-organismos são  úteis para a vida. Na boca, por exemplo,  as bactérias vivem em perfeita harmonia com o organismo, participando no desenvolvimento de tecidos, proteção e digestão. 

Segundo Nakae (1986) o uso tópico de antibióticos, sobre a placa bacteriana leva à destruição dos micro-organismos, o que impossibilita que estes atuem como recurso preventivo de doenças gengivais.  

Sabe-se que o corpo humano tem  milhões de bactérias. A composição da microflora humana é relativamente estável, com gêneros específicos ocupando as diversas regiões do corpo durante períodos particulares na vida de um indivíduo e desempenha funções importantes na saúde e na doença, protegendo o hospedeiro e produzindo nutrientes importantes que contribuem para o desenvolvimento do sistema imunológico. (Madigan MT, Martinko JM & Parker J. 1996. Biology of microorganisms, 8th. Prentice Hall, NJ, USA.)

Os estudos recentes de Norberto Keppe sobre as descobertas de Antoine Béchamp e Claude Bernard, confirmam sua tese de que todo desequilíbrio físico vem do psíquico; devido à deformação psicológica das emoções negativas surgem os tecidos doentes; é a emoção patológica que altera o sistema biológico, impedindo a sanidade, e não que os micro-organismos sejam a causa do adoecimento. Assim, para prevenirmos e tratarmos as doenças temos que considerar  toda a estrutura do ser humano - sobretudo sua parte psicossocial, como a ciência trilógica vem mostrando na atualidade.                     

No seu livro A Cura pela Consciência, Teomania e Estresse, Cláudia Pacheco explica muito claramente como todos os desequilíbrios nervosos, hormonais, imunológicos e metabólicos são uma consequência de nossas emoções negativas. Eles por sua vez, precedem toda doença orgânica ou psíquica.       

AFTAS: COMO EVITÁ-LAS



Aftas: Como Evitá-las
            Aftas são ulcerações dolorosas da mucosa bucal, podendo ser unitárias ou múltiplas. Ocorrem, conforme as estatísticas, em 20% da população em geral, atingindo adultos e crianças. Alguns pacientes têm ataques contínuos e repentinos de aftas, ou seja, jamais ficam livres delas por muito tempo. Seu aparecimento é duas vezes mais frequente no sexo feminino do que no masculino.   
Os dados clínicos e experimentais comprovam que a estomatite aftosa (afta) é uma doença psicossomática. Aliás, seu aparecimento é comum nos portadores de gastrite ou úlcera gastrointestinal, que também são doenças provocadas pelo estresse emocional.
            São apontados como fatores causadores as infecções e quedas de imunidade, e como fatores precipitantes: traumas, alergias, problemas hormonais e psíquicos (estresse emocional). O estresse emocional surge quando o indivíduo quer fugir à percepção de si mesmo, ou seja, a luta que faz contra a consciência de seus problemas é tão forte que leva ao estresse e a um desequilíbrio neuro-hormonal que causa muitas doenças.
            No caso da criança, o ambiente sócio-psíquico onde ela convive é de fundamental importância para seu equilíbrio psíquico e, consequentemente, orgânico. Se ela convive num ambiente de insegurança familiar ou ambiental, carente de afeto e onde a consciência dos problemas é muito censurada (não há lugar para a aceitação dos erros e dificuldades), pode adquirir aftas ou outras somatizações.
            Devido à tensão emocional, a hipófise posterior libera uma grande quantidade de ACTH (hormônio do estresse) e, com isso, diminui a resistência da mucosa bucal e altera o pH salivar (para mais ácido) . A saliva torna-se viscosa e insuficiente, resultando em boca seca, não ocorrendo a lubrificação e defesa adequadas. O aumento dos fatores agressivos e a diminuição da defesa permitem o aparecimento dessas úlceras na boca.
            É importante salientar que a odontologia tradicional não conhece nenhum tipo de tratamento para esse problema (por ser de origem psíquica). Somente utilizam corticóides (que prejudicam o ser humano porque causam efeitos colaterais) ou outros procedimentos para aliviar a dor (como bicarbonato de sódio). Se a pessoa se acalmar, a imunidade dela aumenta e a própria mucosa se cicatriza (com a ajuda da salivação) em poucos dias (enquanto estiver com afta, é aconselhável evitar muito sal e ácidos).
            Agora, se a pessoa tiver constantemente aftas múltiplas, o ideal é ela fazer tratamento psicanalítico trilógico porque, além de parar de ter aftas, ela vai ter uma melhora da qualidade de vida em todos os sentidos.
            Temos muitos clientes que apresentavam aftas com frequência e deixaram de ter (principalmente aqueles que fazem psicoterapia trilógica).

FRATURAS DENTÁRIAS E A TENSÃO EMOCIONAL


Fraturas Dentárias e a Tensão Emocional


Os dentes podem ter rachaduras de vários níveis; nos casos mais graves, eles se dividem em duas partes. Mesmo assim, dependendo do caso, essas partes são aproveitadas.
Vamos, aqui, analisar as fraturas dentárias causadas durante a mastigação ou pelo bruxismo (ranger ou apertar os dentes).
Dentes com restaurações grandes são os mais propícios a sofrer fratura, mormente quando eles têm tratamento de canal (ficam fracos).

Podem causar fratura dentária: mastigar algo muito duro por acidente (pedra, pedaço de osso, caroço de azeitona) e o hábito de mastigar alimentos duros (balas, milho de pipoca, amendoim tipo japonês, pedra de gelo, granola seca, sementes etc). 

Estados emocionais como a ansiedade, o medo e a raiva causam aumento da atividade dos músculos mastigatórios e, consequentemente, tensão muscular. Por isso, aqueles que mais fraturam os dentes são os que possuem grandes restaurações, gostam muito de mastigar alimentos duros e têm bruxismo. São pessoas muito tensas que procuram descarregar suas tensões na boca.

A tensão e o nervosismo resultam da luta que o ser humano faz para eliminar a consciência dos erros e também rejeitar a realidade, que é boa, bela e verdadeira (atitude de censura à consciência). (Jornal STOP nº 69)

segunda-feira, 29 de abril de 2013

O QUE É ODONTOLOGIA PSICOSSOMÁTICA TRILÓGICA


Odontologia Psicossomática Trilógica
  A Odontologia Psicossomática Trilógica, que é baseada nas descobertas do cientista Norberto R. Keppe e no livro ‘’A Cura Pela Consciência’’ da cientista Cláudia B. de Souza Pacheco, teve seu início em 1982, com Maria Sílvia R. de Almeida, cirurgiã-dentista, especializada na área de odontopediatria. Ela fez um trabalho intitulado ‘’Uma nova Visão das Doenças Bucais’’ e apresentou-o no I Congresso Internacional de Trilogia, em 1983 (Buçaco – Portugal). Maria Sílvia R. de Almeida teve sua palestra publicada na Revista de Psicanálise Integral – Anais do I Congresso Internacional da Trilogia Analítica. Esta foi a primeira publicação sobre Odontologia Psicossomática Trilógica, que teve como chamada o seguinte texto: O aparecimento de cáries não é devido somente a fatores externos, como alimentação, má higiene bucal etc, mas existem fatores internos (psíquicos) que regem a maior ou menor incidência de cáries. Portanto, quanto mais equilibrado e consciente o indivíduo, menor a possibilidade de ocorrência de cáries e doenças gengivais. (ALMEIDA, 1983, p. 145).
  O II Congresso Internacional de Trilogia Analítica ocorreu em 1984 (Nova York – EUA) e as dentistas Márcia F. R. Sgrinhelli, Maria Sílvia R. de Almeida e Heloísa Coelho realizaram uma palestra intitulada ‘’Tooth Decay – A Psychosomatic Disease’’. (Cárie Dentária – Uma Doença Psicossomática) e esta foi apresentada pela Márcia R. F. Sgrinhelli.
  Em 1985, no IV Congresso Internacional de Trilogia Analítica (São Paulo – Brasil), os dentistas Heloísa Coelho e Gilmar Avelino realizaram e apresentaram uma palestra intitulada ‘’Cárie Dentária e doenças periodontais: prevenção e tratamento’’. Com o mesmo tema, Heloísa Coelho escreveu uma apostila que foi publicada em 1987 em Nova York, EUA (Trilogical Research, Inc).
  As três dentistas, M. S. Almeida, M. Sgrinhelli e H. Coelho, continuaram dando palestras sobre Odontologia Psicossomática Trilógica nos Congressos, Simpósios e Fóruns da Trilogia Analítica em vários países (Brasil, EUA, Portugal, Inglaterra, França, Itália, Suécia, Espanha etc). Elas escreviam artigos sobre este assunto, relatando também o sucesso que elas estavam conseguindo nos tratamentos dentários dos clientes que elas atendiam nos seus próprios consultórios. Elas ficaram muito empolgadas com a aplicação da Trilogia Analítica na Odontologia.
            Acompanhando este trabalho da divulgação da Trilogia Analítica internacionalmente, elas moraram e trabalharam nos EUA e em Portugal, além do Brasil.
            Em Nova York (EUA), Márcia F. S. Sgrinhelli e Maria Sílvia R. de Almeida publicaram o livro para colorir ‘’O Dentinho Porcalhão na Fábrica da Mastigação’’ com supervisão de Cláudia B. de Souza Pacheco em inglês[1],  (1988, Proton Publishing House, Inc.). A 2ª edição deste livro foi publicada em Lisboa, Portugal, em português. (1989, Editora Proton).
            Em São Paulo, Márcia R. F. Sgrinhelli e Heloísa Coelho, com a supervisão de Cláudia B. de Souza Pacheco publicaram dois livros: Odontologia do 3º Milênio (Trilógica) vol. I (1998) e vol. II (2005) (Proton Editora).

Márcia R.F. Sgrinhelli e Heloísa Coelho são dentistas formadas pela USP há 30 anos. Orientadas pelos estudos de Psicossomática da Sociedade de Trilogia Analítica, desenvolveram na Europa um trabalho mais de conservação dos dentes naturais e principalmente sobre os fatores psicológicos que incidem nas moléstias bucais.
Mas, especialmente procuraram reconhecer a origem dos males dentais, encontrando-a nos elementos da vida psicológica ---- construindo praticamente uma nova ciência dentro da odontologia. Para verificar isso é só ler os livros Odontologia do 3 Milênio vol. I e II e essa monografia, que são baseados nas suas pesquisas e experiências.
Este trabalho não trata só de ciência odontológica, mas traz uma nova maneira de pensar, que irá orientar o Homem Universal do 3º Milênio. Por este motivo, o leitor se beneficiará duplamente: quanto ao tratamento de seu corpo e principalmente ao seu aspecto mais essencial (o psicológico) que está na base de todo comportamento humano.



[1] ‘’Dirty Little Tooth in the Chewing Factory’’

quinta-feira, 25 de abril de 2013

MÁX. CONSERVAÇÃO DOS DENTES NAT: COMO TRATAMOS


A Odontologia Psicossomática Trilógica Respeita a Natureza (Criação) 
Máxima Conservação dos Dentes Naturais
       O dentista que pratica a Odontologia Psicossomática Trilógica obtém melhores resultados no tratamento e prevenção das doenças bucais porque respeita a natureza, seguindo alguns preceitos, como:


Remove a Cárie do Dente com Muito Cuidado: Ao remover uma cárie, toma todo o cuidado para não desgastar tecidos sadios do dente. Evita o uso do motorzinho. Sempre que possível, usa instrumentos (curetas) para a remoção de cáries.
-  Faz Tratamento de Canal Somente Quando Realmente Necessário. Em todos os casos que há uma chance, mesmo que pequena, de ocorrer uma recuperação do organismo (quando a polpa está inflamada, mas num estado reversível), o dentista faz um curativo no dente na expectativa dessa reparação, pois um dente que sofre um tratamento de canal é bem mais friável (pode sofrer fratura) e mais susceptível à cárie.


Links relacionados:

http://odontopsi.blogspot.com.br/2013/05/o-que-e-um-tratamento-de-canal.html
http://odontopsi.blogspot.com.br/2013/05/quando-um-dente-necessita-de-um-trat-de.html

Restauração com Amálgama X Incrustração (“Bloco”): Sempre que possível, faz uma restauração com amálgama de prata ao invés de uma incrustração porque para se fazer uma incrustração, o dente perde parte de sua estrutura sadia, além de ser bem mais comum a ocorrência de infiltrações (aparecimento de cáries).
Prótese Removível ou Fixa Adesiva, Poupando a Integridade dos Dentes Naturais: Na ausência de um dente, não faz uma prótese fixa quando os dentes vizinhos à essa falha são íntegros ou apresentam pequenas restaurações porque isso resulta no desgaste de dois dentes saudáveis (que são praticamente destruídos com a prótese fixa) para repor somente um. Além disso, com o passar dos anos, uma prótese fixa, mesmo quando bem executada, começa  a apresentar problemas (como infiltrações) e pode levar à perda dos dentes que foram desgastados. Portanto, nesses casos, o dentista sempre faz uma prótese removível ou fixa adesiva, poupando a integridade dos dentes remanescentes.
Só Faz Cirurgias Quando Estritamente Necessário. Por exemplo: só extrai um dente ou uma raiz quando não dá para salvar (se eles estiverem muito destruídos ou totalmente "abalados"; não extrai um dente do siso incluso que não esteja prejudicando o dente vizinho.


Link relacionado:


Ideias Invertidas Sobre à Saúde Bucal

http://www.odontopsi.blogspot.com.br/2013/04/ideias-invertidas-sobre-saude-bucal_30.html


- Restaurações de Dentes Posteriores: Amálgama de Prata X Resina Composta (Plástico): Evita fazer restaurações de resina composta (“brancas”) em dentes posteriores, principalmente nos molares. Dá preferência às restaurações de amálgama de prata para os dentes posteriores porque elas são bem mais resistentes à mastigação, à abrasão (desgaste) e às fraturas e apresentam uma durabilidade bem maior (15 a 20 anos). Além disso, é bem menor a possibilidade de ocorrer infiltrações.

Aparelho Ortodôntico: praticamente só indica o uso de aparelho ortodôntico (para corrigir a posição dos dentes) para crianças e adolescentes e somente quando necessário. Só indica ortodontia para adultos em alguns casos (com problemas sérios de oclusão, por exemplo).
Não Faz e Não Indica Implante Dentário: sugerindo sempre a reposição de dentes com próteses fixas ou removíveis. 

Links relacionados:


Implante ou Dente Natural?

http://1.bp.blogspot.com/-b5Z6e9fS4cU/TnDMguM1HNI/AAAAAAAABOc/X5pyhR7-bMk/s1600/P%25C3%25A1gina+3.jpg

Tratamento de Canal ou Implante?
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Prótese Parcial ou Implante?
http://www.odontopsi.blogspot.com.br/2013/05/protese-parcial-ou-implante.html

Especialistas Denunciam os Perigos dos Implantes
http://1.bp.blogspot.com/_r-fK_WX9cqE/THaRG211XbI/AAAAAAAABIk/iuMt4NNFuiI/s1600/P%C3%A1gina+2.jpg

Estética: Faz Facetas de Resina Composta Sem Desgastar os Dentes Naturais: Não faz e geralmente não indica clareamento dental de dentes naturais vivos. Porque esse procedimento causa hipersensibilidade nos dentes, irritação das mucosas, aumento da porosidade do esmalte e diminuição da sua microdureza e, o mais grave, efeito cocarcinogênico (capaz de produzir câncer quando ligado a outros fatores). Nos casos de dentes muito escurecidos faz facetas de resina composta sem desgastar os dentes naturais, portanto, só faz clareamento de dentes escurecidos que têm tratamento de canal.

Somente Receita Algum Medicamento em Casos Estritamente Necessários: Como, por exemplo, indica um antibiótico para ajudar a combater uma infecção (abscesso) oriunda de um problema de canal. Mesmo assim, todo cliente que apresenta um abscesso é informado que não é o medicamento em si, sozinho, que vai resolver a infecção, pois para haver cura é imprescindível que haja uma melhora da resistência psico-orgânica do cliente. Não se consegue tratar de uma doença física sem considerar suas causas primárias, que são as psicossociais. A verdadeira cura de qualquer doença é através da conscientização (consciência é a compreensão total da realidade, principalmente do nosso interior). Na verdade, não existe a Odontologia e a Odontologia Psicossomática – só existe esta última, dado à indivisibilidade do corpo e da alma do paciente.




terça-feira, 23 de abril de 2013

MAU HÁBITO: ALIMENTAÇÃO DESEQUILIBRADA


Mau Hábito: Alimentação Desequilibrada

Alta Frequêcia do Consumo de Açúcar e Demais Carboidratos Refinados

           
            O excesso de açúcar branco prejudica todo o organismo. Quanto à boca, o maior problema é o contato direto e frequente dos carboidratos com os dentes. A ingestão frequente origina a presença constante de restos desse produto na boca. Fermentados pelas bactérias bucais, estes restos tornam o pH bucal ácido e favorecem a formação de cáries.
            Portanto, na alimentação, o que mais prejudica os dentes é consumir com muita frequência, entre as refeições: balas, chicletes, chocolates, doces (principalmente aqueles que grudam nos dentes), café com açúcar e refrigerantes em geral (estes destroém os dentes não só pela grande quantidade de açúcar que contêm, mas também pela erosão que podem causar devido a seus produtos químicos).
            Várias pesquisas relatam que o consumo de açúcar pela humanidade tem aumentado de ano para ano, revelando uma dependência lenta e crescente em relação a este produto
            Aqui, vou explicar questões psíquicas que nos levam a ter este vício.
            O açúcar branco em excesso é um sintoma de desequilíbrio psíquico, ou seja, consumimos muitas guloseimas para não sentirmos a angústia que temos quando recusamos alguma consciência (=percepção). Este vício pode nos causar várias doenças (cárie dentária, obesidade, diabetes, etc). Para explicar a questão psíquica, vou transcrever um trecho do livro de Cláudia Pacheco, A Cura pela Consciência – Teomania e Stress, onde ela relata um caso de uma cliente (B.L.) que consumia açúcar em excesso, o que lhe provocou obesidade e uma alta incidência de cárie dentária. Ela só conseguiu parar com este vício através do tratamento psicanalístico trilógico:
                        ‘’A cliente B.L. tinha excesso de peso há muitos anos  nenhum regime era eficaz.
                        - Não consigo me controlar, dizia ela, - Sei quenão posso comer doces, mas não resisto e acabo me excedendo.
                        Sua psicanalista, Dra. Cláudia, perguntou-lhe qual a primeira idéia que ela tinha quando pensava em doces.
                        B.L. associou o doce a algo muito bom, mas que ao mesmo tempo a prejudicava.
                        Então, Dra. Cláudia explicou para B.L. que ela sentia que o que é bom na vida é           algo prejudicial. Ela tinha uma filosofia invertida, acreditando que tudo o que lhe trouxesse felicidade era proibido – no máximo poderia ter um pouco, mas nunca abusar. Assim sendo, negava todo o bem que a vida lhe oferecia, buscando o sacrifício para sentir-se mais valorizada. Por exemplo, quando B.L. era convidada a viajar com os amigos, arranjava uma série de empecilhos, bloqueando todas as possibilidades de fazer o que lhe dava satisfação. Assim, sentia necessidade de comer doces e comprar roupas novas para tentar compensar a negação que fazia dentro de si a tudo o que recebia de bom na vida, principalmente o afeto.
            Conscientizando-se dessa inversão que fazia, sem perceber B.L. deixou de pôr tantas barreiras diante da felicidade e, com isso, sua ansiedade diminui e seu desejo de comer doces também, podendo voltar ao peso normal. Além disso, parou de ter tantas cáries.’’

IDEIAS INVERTIDAS SOBRE A SAÚDE BUCAL


Ideias Invertidas Sobre a Saúde Bucal
            Toda principal base do trabalho de Norberto R. Keppe repousa sobre o processo de inversão, que foi descoberto por ele em setembro de 1977.
            Keppe começou a notar que só podemos adoecer se estivermos em uma atitude contrária à realidade e, como somos também uma realidade, praticamente estaríamos opondo-nos a nós mesmos, em conflito com o que somos. Ao contrário do que Freud acreditava, não somos vitimados por um inconsciente, mas prejudicados por uma atitude voluntária de inconscientização, ou seja, ao querer esconder o que sabemos; jamais poderíamos adoecer de algo fora de nossa consciência. 
            O processo de inversão é básico, tanto para compreender o ser humano como para lidar com ele. Na prática da Psicanálise Integral nota-se que ele constitui um dos elementos mais comuns, tanto no aspecto teórico como nas atitudes humanas.
            A consequência da inversão se manifestou em toda cultura e civilização porque ela é o resultado da atitude do ser humano. E o que notamos de mais evidente é a ideia de que a realidade é ruim e a fantasia agradável. O que de mais errôneo cometemos ao inverter tudo foi a consideração de que sofreríamos de uma realidade penosa – para não dizer de instintos e impulsos negativos e até perigosos (agressivos, de morte, como falou Freud.).
Keppe tem uma frase muito esclarecedora sobre a ideia invertida que temos em relação ao nosso físico: ‘’Nosso corpo é uma tralha’’. Com isso, achamos que os nossos dentes naturais nos atrapalham.
Assim, na área de saúde bucal, também há muitas ideias invertidas, tais como:
1.    “O dente artificial é melhor que o natural”. Esta ideia vem junto com outras:
“O dente natural é fraco”, “Os dentes não foram criados para durar a nossa vida toda’’ etc.
Na verdade os dentes são feitos do tecido mais duro, mais resistente do organismo. Eles não se reparam, como a pele que se cicatriza, ou osso, que se calcifica porque eles foram feitos para nunca serem destruídos.
2.    “Não vale a pena tratar dos dentes de leite porque eles vão cair um dia”. Os dentes de leite têm as mesmas funções dos permanentes, além de guardar espaço ósseo para estes últimos nascerem. Como nós crescemos e os dentes não, na época certa os dentes de leite caem para que os permanentes tomem o seu lugar. Quem não dá valor aos dentes de leite, querendo extraí-los antes do tempo certo, sem nenhuma necessidade, não aceita o valor da natureza (Criação).
             Aqui cabe comentar que essa inversão de querer extrair dentes de leite precocemente, sem nenhuma necessidade, é dos adultos e não das crianças que, neste sentido, parecem ser menos invertidas.
3.    “Os dentes do siso não servem para nada; é melhor extraí-los”. Os dentes do siso são naturais, portanto, são úteis, não havendo nenhuma necessidade de extraí-los, a não ser em casos patológicos excepcionais.
4.    “É preciso aplicar flúor para tornar os dentes mais resistentes”. Temos um capítulo no livro odontologia 3º Milênio vol. I  intitulado: “Flúor em Excesso Faz Mal Para os Dentes” que explica que o flúor não dá uma maior resistência ao dente, como muitos pensam.
5.    “O sorriso deve ser “perfeito” mesmo que totalmente artificial, custe o que custar (aparelho ortodôntico, cirurgia da gengiva, cirurgia da mandíbula, coroas (“pivots”) artificiais, etc). “Os dentes têm que ser totalmente alinhados (não pode haver nenhum dente um pouco tortinho) e totalmente brancos”. Pela natureza, há vários tons de dentes, assim como há vários tons de pele e de cabelos – além disto, os nossos dentes escurecem um pouco com a idade. Um sorriso natural, mesmo que apresente um ou alguns dentes um pouco desalinhados, é bem mais bonito do que um sorriso totalmente artificial (repleto de coroas artificiais, por exemplo).
6.    “O nosso físico é superior à nossa psique (visão organicista)”.
 Tanto dentistas como clientes cometem essa inversão ao achar que a cura de uma doença bucal depende quase que só do tratamento orgânico e não que depende mais dos sentimentos, pensamentos e atitudes do próprio cliente. Por exemplo, para se ter sucesso num tratamento de canal ou de gengiva é muito importante lidar com o aspecto emocional do cliente. Achar que a prevenção das doenças bucais depende mais do dentista do que do cliente também é uma inversão.
7.    O cliente que não trata dos dentes porque não vê vantagens em tratar do seu ser e da sua saúde  (patrimônio psíquico e físico), preferindo gastar muito com roupas caras , carros, viagens etc. comete uma inversão. Aquele que não quer gastar com um bom tratamento dentário está cometendo uma inversão. É claro que o melhor tratamento é o que conserva o máximo possível os dentes naturais.



OS REFRIG. E OUTROS ÁCIDOS QUE CORROEM OS DENTES


Os Refrigerantes Tipo Cola e Outros Ácidos que Corroem os Dentes
            “Água Mole em Pedra Dura Tanto Bate Até que Fura”. Imaginem o que acontece com os nossos dentes quando têm contato frequente com ácidos: eles sofrem de erosão (perda de estrutura dental decorrente de um processo químico de dissolução da porção mineralizada dos dentes).
            De acordo com o Prof. Doutor Wilson Garone Filho, os mais erosivos, em ordem decrescente são: vinagre, água aromatizada com limão, suco de laranja, fanta laranja, coca-cola, pepsi light e vinho branco. (GARONE FILHO, W; ABREU e SILVA, V., 2008, p. 107).
            Ácidos são os principais desmineralizantes dos dentes e, por outro lado, a saliva é a maior remineralizadora (protetora) dos dentes. Ela é a principal atuante na remineralização dos dentes porque ela dilui e remove os ácidos através do fluxo salivar, neutraliza os ácidos e fornece cálcio e fosfato. Apesar da saliva ter a capacidade de remineralizar o esmalte, seu efeito tem limites.
             Depois da água, os refrigerantes são as bebidas mais consumidas no mundo. Eles são potencialmente erosivos para os dentes. Entre os refrigerantes os tipo “cola” (que contêm ácido fosfórico) são mais erosivos do que os guaranás. Além disso, os tipo “cola” contêm excesso de fosfato, que prejudica o metabolismo do cálcio, favorecendo a osteoporose.
            A localização preferencial das lesões causadas pelos ácidos de origem externa como o limão, as bebidas esportivas e os refrigerantes tipo cola é a parte da frente dos dentes superiores. Porém, com o uso frequente desses ácidos, todos os dentes podem sofrer de erosão.
            Quanto maior o número de vezes que os dentes entram em contato com ácidos, maior será a erosão total. Isto ocorre porque os primeiros minutos de contato dos ácidos com o esmalte são os mais drásticos.
            Portanto, o ideal é reduzir o consumo de refrigerantes e demais ácidos e, quando tomar os “tipo cola”, usar canudinho (diminui o contato com os dentes) e, esperar, no mínimo, 30 minutos para escovar os dentes (permitindo a atuação da saliva, para evitar abrasão). Também para evitar abrasão, não consumir alimentos e duros e/ou fibrosos junto ou logo após bebidas erosivas. É claro que as pessoas mais equilibradas têm uma dieta mais saudável, não excedendo em ácidos.


Referência Bibliográfica: GARONE Filho, Wilson; ABREU e SILVA, Valquíria. Lesões Não Cariosas.
São Paulo, Livraria e Editora Santos, 2008.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

O CLAREAMENTO DENTAL PREJUDICA A SAÚDE

Cuidado com as técnicas de clareamento dos dentes vivos porque todas elas desmineralizam um pouco os dentes, enfraquecendo-os. Leia o artigo a seguir. (Jornal STOP nº 70)




terça-feira, 9 de abril de 2013

A CÁRIE SURGE DO DESEQUILÍBRIO INTERNO DO SER HUM

Leia o artigo na íntegra no link a seguir. (Jornal STOP nº 48).

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A TENSÃO EMOCIONAL E AS CÁRIES DENTÁRIAS

Podemos adquirir cáries dentárias depois de uma fase muito estressante, como, por exemplo: época de provas, ambiente de trabalho muito competitivo, discussões em geral, separação de casais, desemprego, doenças graves na família etc. Leia o artigo na íntegra no link a seguir. (Jornal STOP nº 54).

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POR QUE NÃO CUIDAMOS DOS NOSSOS DENTES?

Muitos deixam de cuidar dos próprios dentes, que não deixam de fazer parte do nosso patrimônio físico. Saiba porque isto acontece lendo o artigo na íntegra no link a seguir. (Jornal STOP nº 17).

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segunda-feira, 8 de abril de 2013

A INFLUÊNCIA DAS EMOÇÕES NA FORMAÇÃO DA CÁRIE

Nossas emoções negativas podem causar cáries dentárias, doenças do periodonto (inflamação da gengiva, perda óssea etc),  aftas e mau hálito.

Leia o artigo na íntegra no link a seguir. (Jornal STOP nº 19)

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CUIDADO COM OS ANTISSÉPTICOS BUCAIS

Os antissépticos bucais foram feito para destruir nossas bactérias, que são úteis e necessárias à nossa saúde.

Leia o artigo na íntegra no link a seguir. (Jornal STOP nº 52)

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PREV. E TRAT. INTEGRAL DAS CÁRIES DENTÁRIAS

Você sabia que nosso organismo tem mecanismos de resistências à cárie dentária e que nossa saliva é capaz de remineralizar pequenas cáries - as cáries de esmalte?

Leia o artigo na íntegra no link a seguir. (Jornal STOP nº 51)

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quarta-feira, 3 de abril de 2013

terça-feira, 2 de abril de 2013

A AMEAÇA DO FLÚOR

Você sabia que a Suécia, Noruega, Dinamarca e Finlândia proibiram a fluoretação da água nas décadas de 1970 e 1980, porque não se sabia o suficiente sobre os efeitos a longo prazo sobre a saúde. Leia o artigo na íntegra no link a seguir. (Jornal STOP nº42).

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A ORIGEM DAS DOENÇAS BUCAIS ESTÁ EM NOSSO INTERIOR

A origem das enfermidades orgânicas não está nas bactérias e demais microorganismos que habitam nosso corpo. Nossas bactérias bucais são úteis e necessárias. Leia o artigo na íntegra no link a seguir. (Jornal STOP nº 46)

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